Me chamo Fabiano Martins.
Trabalho com Internet desde 1996.
Sou formado em Teatro e em Cinema.
Pós-graduado em Gestão de Negócios em Entretenimento e pós-graduando em Marketing Digital.
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Criado pela agência de publicidade brasileira Loducca, mais de 600 balões foram usados para criar este "livro" que conta uma história envolvendo Slash e Ozzy Osbourne, entre outros. Cerca de 10 balões foram estourados a cada segundo.
A produtora Aardmann, dos criadores do filme Wallace & Gromit – A Batalha dos Vegetais, usou uma câmera de celular e um microscópio para criar o “menor” curta-metragem de animação em stop-motion já realizada, segundo os criadores.
Dot (Ponto, em tradução livre) é o título do vídeo e o nome de uma boneca de 9 milímetros, protagonista do curta-metragem de ação elaborado para promover o celular N8, da Nokia, uma das apostas da empresa no mercado de smartphones.
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O vídeo, que aspira um registro no Guiness, o livro dos recordes, mostra a pequena Dot correndo e fugindo de um pedaço de pano, atrás dela (clique aqui para assistir).
Ela corre durante o minuto e meio de duração do vídeo, ao montar em uma abelha, saltando sobre pinos e agarrada a flores, até que decide enfrentar o pano com dois pregos, e consegue dominar o perseguidor. No fim, o pano serve de manta para dormir sobre o letreiro de “The End”.
Os animadores usaram uma impressora 3D para criar as 50 modelos da bonequinha usados no vídeo, já que o seu minúsculo tamanho não permitia manipulá-la ou dobrá-la para exibir os diferentes ângulos e dar uma imagem pluridimensional.
Os criadores explicam no “making of” que o tamanho da boneca foi o menor possível. Se tivesse menos de 9 milímetros, seria impossível incluir cabeça, tronco e membros, partes que foram pintadas separadamente e unidas por um fino cabo.
A animação foi filmada com um CellScope, microscópio para telefones celulares criado por um bioengenheiro da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), acoplado ao celular e sua câmera de 12 megapixels.
A tecnologia já foi utilizada em um projetode saúde na África para fotografar de células cutâneas e sanguíneas para que pudessem ser analisadas por especialistas de outros países e diagnosticadas. O microscópio para celular também poderá ser utilizado nos EUA no futuro para fazer análises de glóbulos brancos em doentes de câncer.
Assista o Making Of
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Li no Blog do Estadão